ANA  SANTOS

Angeóloga *** Professora de Tarot *** Astróloga *** Mestre de Reiki

 

C.T.I. (Certified Tarot Instructor, pela Canadian Tarot Network)

Professional activa na American Tarot Association

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Breve História do Tarot

 A verdadeira origem do Tarot está envolta e coberta pelo mistério. Diferentes escolas de pensamento apresentam a sua origem a partir de uma ampla variedade de lugares e de pessoas.

Alguns autores declaram que os 22 Arcanos Maiores vêm do Antigo Egipto enquanto outros consideram-nos de herança Chinesa ou Indiana. Pode encontrar-se várias explicações poéticas, misteriosas ou apenas simples narrações sobre a origem do Tarot mas como diz a minha sábia mentora, ninguém neste mundo conhece com certeza a origem do Tarot.

Existem indicações do uso do Tarot na Europa da Idade Média. A França e a Espanha disputam a honra de serem os primeiros países de origem. Há quem pense que as cartas foram introduzidas na Europa pelos Árabes. Existe uma forte crença que liga o Tarot à cabala Hebraica. Durante a Inquisição muitos baralhos foram queimados porque se acreditava pertencerem a uma forma de pecado e de paganismo.

O mais antigo baralho de que se tem conhecimento é o Tarot de Visconti, desenhado por volta de 1441 por Fillipo Visconti, Duque de Milão. Foi-lhe dado o nome de cartas Tarocco ou Tarocchi. Não se conhece a etimologia desta palavra.

O que geralmente se aceita com unanimidade sobre o Tarot é que as primeiras cartas consistiam em ricas pinturas.

Parece ter sido um jogo de cartas. Os Arcanos Menores permanecem quase como eram no início. Acredita-se que o actual baralho de jogar provém dessas cartas em que Espadas = Espadas; Pentáculos = Ouros; Bastões = Paus e Taças = Copas.

O século XIX assistiu a um interesse renovado pelo Tarot e o Rosacruz francês Eliphas Levi renumerou as cartas de acordo com a sua interpretação entre os 22 Arcanos Maiores e as 22 letras do alfabeto Hebraico. Desde então o Tarot tornou-se cada vez mais popular e apareceram cada vez mais baralhos de cartas.

Em 1909 Arthur E. Waite publicou um Tarot com ilustrações de Pamela Coleman Smith. Foi o primeiro baralho com ilustraçõe totais em todas as cartas. Waite e Smith eram membros da Sociedade Rosacruz Inglesa chamada Hermetic Order of Golden Dawn, pelo que este Tarot segue o sistema simbólico desta associação. Actualmene este baralho é conhecido como Raider Waite.

O simbolismo e as imagens são bastante semelhantes em quase todos os baralhos e são provenientes das culturas Medievais e Renascentistas da Europa.

Os baralhos mais populares de Tarot são os de Raider Waite, o de Marselha, o de Golden Dawn, entre centenas.

O Tarot resistiu ao tempo e chegou fortalecido ao terceiro milénio. Proporciona à pessoa que olha para ele uma resposta, material ou espiritual, mostrando um caminho - o Tarot é um livro aberto.

Por vezes ouvimos e questionamos se o Tarot serve o lado escuro do ser humano, se é pecado ou se é diabólico. A resposta é que o Tarot é um instrumento de auto-conhecimento. Não é nele que está o mal mas na mente e na intenção de quem o utiliza - o que de resto, se pode aplicar a qualquer objecto.

 

Ana Santos - Certified Tarot Instructor pela The Canadian Tarot Network 

http://www.tarotcanada.com/certified.html